Defesa e Revisão Tributária
Defesa em autuações e execuções fiscais, recuperação de créditos e planejamento de medidas que protegem regularidade, caixa e continuidade da operação.
Tributo precisa ser tratado antes que vire bloqueio, restrição ou custo permanente.
Autuações, execuções fiscais e restrições de certidão podem afetar crédito, contratos e patrimônio antes que a empresa consiga reagir. A análise precisa revelar origem, prazo e impacto real do débito.
Créditos pagos a maior também exigem método: identificar fundamento, documentação e forma de aproveitamento. O objetivo é reduzir passivos sem deixar oportunidades tributárias permanecerem invisíveis.

Experiência para defender, regularizar e recuperar.
Atuamos em defesa administrativa e judicial, execuções fiscais, regularização e recuperação de créditos, unindo processo, documentação fiscal e leitura econômica da operação com precisão e estratégia.
Nossa experiência permite avaliar não apenas se existe uma tese, mas se ela é adequada ao momento do negócio, à prova disponível e ao efeito que a medida produzirá sobre fluxo de caixa e regularidade.
Da origem do tributo à decisão que a empresa consegue sustentar.
A estratégia nasce do cruzamento entre norma, processo, escrita fiscal, documentos e impacto econômico — não de uma tese isolada.
Diagnosticar
Identificamos débito, autuação, restrição, crédito ou mudança normativa e o prazo que condiciona a resposta.
Reconstruir
Cruzamos processo, declarações, pagamentos, base de cálculo e histórico administrativo ou contábil.
Comparar
Avaliamos defesa, garantia, transação, parcelamento, recuperação ou planejamento pelos efeitos reais.
Executar
Conduzimos a medida escolhida e monitoramos certidões, caixa, patrimônio e desdobramentos da operação.
Perguntas recorrentes.
Dúvidas que normalmente aparecem quando a empresa reconhece o problema e precisa decidir o próximo passo.
01Como saber se um auto de infração é contestável?
A análise considera competência, prazo, base de cálculo, fundamento legal, procedimento e documentos que sustentam a autuação. Uma inconsistência relevante pode estar tanto na matéria tributária quanto na formação do próprio lançamento.
02Quando vale buscar judicialmente um crédito tributário?
Quando existe fundamento jurídico, documentação suficiente e materialidade econômica que justifique a medida. Prazo, forma de aproveitamento e risco de glosa também precisam entrar na decisão.
03Discutir um tributo suspende a cobrança automaticamente?
Não. A suspensão da exigibilidade depende das hipóteses previstas em lei e da medida efetivamente adotada. A estratégia precisa considerar também certidão, garantia e risco patrimonial.
04A empresa pode ter créditos a recuperar e débitos em discussão ao mesmo tempo?
Sim. As frentes podem coexistir, mas precisam ser coordenadas para que argumentos, documentos, compensações e efeitos contábeis não produzam inconsistências.
05A Reforma Tributária já exige ação da empresa?
Sim. Mesmo antes da transição completa, contratos, cadastros, sistemas, preço, créditos e governança fiscal precisam ser mapeados para que a adaptação não seja feita sob pressão.
06Vale antecipar uma discussão tributária antes da autuação?
Frequentemente. Quando a empresa identifica uma exposição relevante, organizar documentos, premissas e alternativas antes da fiscalização amplia as opções disponíveis e melhora a qualidade da resposta futura.
Tributação muda. A operação precisa acompanhar.
Análises sobre fiscalização, créditos, regularidade, Reforma Tributária e decisões fiscais que afetam empresas.
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